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Comida tecnológica? Conheça as inovações no mercado de alimentação

Hoje nós trouxemos um assunto que fala tudo sobre como será a nossa forma de se alimentar no futuro: é dia de falar sobre a comida tecnológica.

Queremos mostrar para você que já existe muita tecnologia envolvida na comida que está no seu prato hoje mesmo. Mas também vamos demonstrar como cada vez mais os avanços em diversas áreas transformam completamente a nossa relação com o que comemos. 

Como sempre, este será um artigo com linguagem direta, prática, sem rodeios. O nosso interesse é garantir que receba a informação. 

Então, vem ver de perto o que temos a falar sobre comida tecnológica. Fique confortável e aproveite a leitura .

Leia também: Consumo diário de proteína: qual é a indicação nutricional apropriada?

O que é uma comida tecnológica? Entenda

A carne pode ser definida como o produto resultante das contínuas transformações que ocorrem no músculo após o abate do animal.

Ela é um alimento altamente nutritivo, possuindo proteínas de alto valor biológico, minerais, vitaminas, em particular aquelas do complexo B. Embora o conceito de qualidade seja amplo, referindo-se às características do produto que atendem as necessidades do consumidor, o conceito de qualidade de carne envolve uma série de fatores, dentre eles os que mais se destacam na avaliação do consumidor são o flavor e a cor.

A cor da carne é influenciada pela quantidade e estado físico da mioglobina. A oximioglobina é o pigmento responsável pela cor vermelha intensa observada em carnes bovinas.

A oxidação do pigmento oximioglobina à metamioglobina, pigmento marrom, leva a rejeição do produto, uma vez que o consumidor associa a carne escura como sendo proveniente de animais velhos ou exposta à venda por muito tempo.

E por que nós falamos tudo isso? Pois hoje já é possível simular todos esses elementos em outras alimentações. 

Sobre saúde: Livre-se das doenças: conheça o papel da proteína no sistema imunológico

Até mesmo insetos são comida tecnológica 

De acordo com o relatório detalhado da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, os insetos já são consumidos por pelo menos 2 milhões de pessoas. 

Embora muita gente possa não gostar da ideia de comê-los, eles têm um alto teor de gorduras, proteínas, fibras e minerais.

Além disso, comer insetos também é adequado e correto com o meio ambiente. Alguns deles são surpreendentemente muito semelhantes a alimentos que já estamos acostumados, como maçã, bacon, manteiga de amendoim ou peixe.

E para que ele chegue até o consumidor final é preciso muito envolvimento de áreas de tecnologia de ponta. 

Veja também: Qualidade mais do que quantidade: como avaliar a qualidade da sua alimentação diária

Mas e quanto às comidas projetadas em laboratório

O salmão geneticamente modificado vai estrear no prato dos norte-americanos. Esse peixe é o primeiro animal alterado a ser liberado para consumo humano nos Estados Unidos. A primeira safra foi lançada em 2020, mas cresceu mesmo nos últimos meses, depois de atrasos por causa da pandemia.

O salmão foi projetado por uma empresa de biotecnologia. Quem vai preparar o alimento são restaurantes e outros serviços de entrega de refeições, justamente estabelecimentos que não precisam rotular a comida como geneticamente modificada.

Os peixes foram criados em uma fazenda em Albany, no estado de Indiana. Eles crescem duas vezes mais rápido que o salmão selvagem e chegam ao tamanho de venda no mercado, entre 3,6 e 5,4 quilos em um ano e meio.

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E quanto a conservação dos alimentos? É uma tecnologia?

Basicamente, as tecnologias de conservação agem para contenção ou eliminação de  microrganismos deterioradores dos alimentos.

Os microrganismos presentes nos alimentos pertencem aos grupos das bactérias, fungos, protozoários e vírus, provenientes de várias fontes de contaminação, entre as quais o solo, água, plantas, equipamentos e utensílios, trato intestinal, manipuladores, ar e pó.

Os alimentos possuem um número muito grande de componentes, sendo que água, proteínas, gorduras ou lipídeos e carboidratos estão presentes em maior quantidade.

Outros componentes presentes em menor quantidade são minerais, vitaminas e ácidos nucléicos.

Assim como o ser humano e outros animais conseguem digerir e aproveitar boa parte dos componentes presentes nos alimentos, os microrganismos também conseguem fazê-lo.

Por isso, se os microrganismos tiverem contato com o alimento e as condições forem favoráveis, eles vão promover uma espécie de digestão (deterioração) deste alimento e torná-lo inadequado para o consumo.

O que mais podemos dizer sobre alimentos tecnológicos?

Leia em seguida: Não pare, é apenas outono!

Tendência ou moda? 

As comidas tecnológicas, as chamadas food tech, ainda não chegaram por aqui. O consumidor brasileiro, no campo da alimentação, quer a volta às raízes: resgatar o estilo de vida interiorano.

A bola da vez são os alimentos orgânicos, as assinaturas de cestas direto do sítio, os ovos caipira de galinhas soltas. No exterior, entretanto, as food tech começam a se impor.

Ou seja, sabemos que os alimentos do futuro serão diferentes, pois hoje, cada vez mais, a tecnologia consegue trazer o melhor dos mundos. Melhorando o desempenho da pecuária e de diversos outros setores.

Gostou do artigo de hoje? Então continue acompanhando o nosso blog. Estamos sempre trazendo dicas, notícias e novidades sobre o universo da alimentação que gera resultados.

Agradecemos a leitura e até a próxima.

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